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Casos de Sucesso
Marítima Seguros
Terceirização de Data Center possibilita economia de R$ 7 milhões nos próximos três anos.
Nosso cliente
Com 60 anos de atuação, a Marítima Seguros está entre as 10 maiores seguradoras do país, destacando-se nos segmentos de automóveis, saúde e riscos especiais. Atualmente, conta com 18 mil corretores cadastrados e 14 mil corretores ativos, que participam de programas de treinamento, os quais incluem as mais novas tendências e novidades sobre os produtos da Marítima e técnicas de vendas. Com isso, assegura a disseminação de suas principais características, que privilegiam 750 mil segurados – pessoas físicas e jurídicas - com a reposição do seu bem, em caso de sinistro, com prazos recordes em todo o mercado.
Outsourcing
Desde novembro de 2003, o Data Center da Marítima Seguros está rodando na gedas*. A empresa mantinha um CPD próprio e trabalhava com diversos fornecedores de hardware e software em diferentes ambientes operacionais (OS/390, AIX/Solaris, NT, W2K e Netware). Mesmo assim, o Data Center existente necessitava de melhorias para atender, a contento, às necessidades da empresa. Era preciso o aumento da segurança e da eficiência na área de TI e, ao mesmo tempo, garantir o acesso às tecnologias mais modernas.
Um upgrade no parque tecnológico não seria possível sem um vultoso investimento em aquisição de novos equipamentos e aplicativos e na reforma do espaço físico, inadequado para hospedar o CPD. Isso, sem contar a contratação e treinamento de pessoal. Uma alternativa difícil para uma companhia que ainda procurava reduzir custos e concentrar o foco em seu próprio core business.
Por todos esses motivos, a reforma do Data Center e a construção de um espaço físico mais adequado foram as primeiras alternativas descartadas.
O Colocation em um Data Center com alta qualidade também demandaria investimentos pesados em hardware. Então, o Outsourcing do Data Center surgiu como a opção mais econômica e vantajosa, ao suprir as demandas de equipamentos e softwares de última geração e eliminar a necessidade de mão-de-obra especializada.
Foi quando se deu início ao processo de concorrência pelo melhor fornecedor.
Um upgrade no parque tecnológico não seria possível sem um vultoso investimento em aquisição de novos equipamentos e aplicativos e na reforma do espaço físico, inadequado para hospedar o CPD. Isso, sem contar a contratação e treinamento de pessoal. Uma alternativa difícil para uma companhia que ainda procurava reduzir custos e concentrar o foco em seu próprio core business.
Por todos esses motivos, a reforma do Data Center e a construção de um espaço físico mais adequado foram as primeiras alternativas descartadas.
O Colocation em um Data Center com alta qualidade também demandaria investimentos pesados em hardware. Então, o Outsourcing do Data Center surgiu como a opção mais econômica e vantajosa, ao suprir as demandas de equipamentos e softwares de última geração e eliminar a necessidade de mão-de-obra especializada.
Foi quando se deu início ao processo de concorrência pelo melhor fornecedor.
O Desafio
A seleção dos fornecedores, realizada pela Deloitte, foi automatizada.
Para a realização desse processo, que demandou cerca de seis meses de trabalho e também envolveu os profissionais de TI da Marítima, a consultoria desenvolveu uma metodologia de planilhas que calculava, automaticamente, as cerca de 1.500 questões contidas na RPF criada para esta finalidade.
As questões foram classificadas por tipo e peso, refletindo na pontuação final dos fornecedores que participaram do processo de seleção.
"Neste cenário, a gedas, que opera em ambiente bastante completo, com Mainframe e Open com plataforma Risk Intel, foi quem apresentou a melhor proposta de trabalho", afirma Érico Tadashi Yamamoto, superintendente de TI da Marítima Seguros. "Além disso, a empresa foi bastante flexível e transparente na negociação, tornando tudo muito simples e rápido", afirma o superintendente. "Mais que um fornecedor, a gedas se mostrou um grande parceiro de negócios".
Para viabilizar o acordo, com duração de cinco anos, e a implementação, foram investidos outros três meses de trabalho, envolvendo novamente os profissionais de TI da Marítima e, desta vez, também os da gedas.
Além disso, a Marítima ainda contratou uma assessoria jurídica dedicada ao projeto para finalizar a negociação e formalização do contrato de serviços.
Para a realização desse processo, que demandou cerca de seis meses de trabalho e também envolveu os profissionais de TI da Marítima, a consultoria desenvolveu uma metodologia de planilhas que calculava, automaticamente, as cerca de 1.500 questões contidas na RPF criada para esta finalidade.
As questões foram classificadas por tipo e peso, refletindo na pontuação final dos fornecedores que participaram do processo de seleção.
"Neste cenário, a gedas, que opera em ambiente bastante completo, com Mainframe e Open com plataforma Risk Intel, foi quem apresentou a melhor proposta de trabalho", afirma Érico Tadashi Yamamoto, superintendente de TI da Marítima Seguros. "Além disso, a empresa foi bastante flexível e transparente na negociação, tornando tudo muito simples e rápido", afirma o superintendente. "Mais que um fornecedor, a gedas se mostrou um grande parceiro de negócios".
Para viabilizar o acordo, com duração de cinco anos, e a implementação, foram investidos outros três meses de trabalho, envolvendo novamente os profissionais de TI da Marítima e, desta vez, também os da gedas.
Além disso, a Marítima ainda contratou uma assessoria jurídica dedicada ao projeto para finalizar a negociação e formalização do contrato de serviços.
O Sucesso
De acordo com Yamamoto, a transição atingiu as expectativas. "Como em qualquer transição do porte da que tivemos, houve alguns imprevistos, mas podemos dizer que, de forma geral, o processo foi um grande sucesso", comemora o gerente, que já mensura um ganho de produtividade de aproximadamente 25%. Ele também percebeu um sensível aumento na eficiência dos processos.
Hoje, o Outsourcing da Marítima já está na fase de especificação dos detalhes do SLA (Service Level Agreement). O Framework de SLM (Service Level Management) adotado é o GeNi s (Gerenciamento de Níveis de Serviços), desenvolvido pela gedas e que se baseia nas disciplinas do ITIL, na ferramenta ARSRemedy e nos principais instrumentos de monitoração do mercado. "Os módulos ficam disponíveis via Web, facilitando muito o trânsito de informações críticas", diz o executivo, que ainda salienta como vantagem a facilidade de monitoração do ambiente. "Nosso plano é transformar as métricas do SLA técnico em SLA de negócio, medindo com a maior exatidão possível os impactos para a empresa".
Hoje, o Outsourcing da Marítima já está na fase de especificação dos detalhes do SLA (Service Level Agreement). O Framework de SLM (Service Level Management) adotado é o GeNi s (Gerenciamento de Níveis de Serviços), desenvolvido pela gedas e que se baseia nas disciplinas do ITIL, na ferramenta ARSRemedy e nos principais instrumentos de monitoração do mercado. "Os módulos ficam disponíveis via Web, facilitando muito o trânsito de informações críticas", diz o executivo, que ainda salienta como vantagem a facilidade de monitoração do ambiente. "Nosso plano é transformar as métricas do SLA técnico em SLA de negócio, medindo com a maior exatidão possível os impactos para a empresa".
Economia de R$ 7 milhões em três anos
A Marítima Seguros conseguiu atingir seus objetivos de adequação e atualização tecnológica sem a necessidade de grandes investimentos e, adicionalmente, prevê a redução de custos na ordem de R$ 7 milhões em três anos.
Perspectivas
Satisfeito com os resultados, Yamamoto revela que já planeja estudar Outsourcing na área de Suporte nos servidores da gedas e tem intenção de terceirizar parte do desenvolvimento de sistemas da Marítima.
*A gedas foi adquirida pela T-Systems em 1º. de abril de 2006.

